El eco del “no”: cómo la palabra que niega, silencia la mente del futuro médico innovador.
Resumo
El lenguaje utilizado en la docencia clínica cumple un papel central en la forma en que los estudiantes y residentes construyen su aprendizaje, su motivación y su relación con el error. Desde la experiencia formativa en Medicina de Urgencias, se reflexiona sobre el uso reiterado de la negación expresada en un “no” categórico como mecanismo correctivo habitual en entornos clínico-docentes, y sobre cómo esta forma de interacción puede afectar la seguridad psicológica, la disposición a participar y los procesos cognitivos del aprendiz. A partir de aportes de la educación médica, la neurociencia del aprendizaje y la inteligencia emocional, se analizan las implicaciones emocionales, éticas y pedagógicas de este tipo de lenguaje, así como los factores culturales y jerárquicos que favorecen su persistencia. Finalmente, se plantea la necesidad de transitar hacia formas de retroalimentación más orientadoras y reflexivas, capaces de mantener el rigor académico sin recurrir al miedo, promoviendo entornos de aprendizaje más seguros y favorables para el pensamiento crítico y la innovación.
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Referências
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