Ingresos en UCI por causas obstétricas

  • Luana Feitosa Mourão Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP/CE)
  • Igor Cordeiro Mendes Universidade Federal do Ceará (UFC)
  • Antonio Dean Barbosa Marques Universidade Estadual do Ceará
  • Virna Ribeiro Feitosa Cestari Universidade Estadual do Ceará
  • Roussana Maria Barreto de Brito Braga Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza
Palabras clave: : Unidades de Cidados Intensivos; Obstetricia; Perfil de salud.

Resumen

Su objetivo es analizar los ingresos de mujeres en edad fértil en una Unidad de Cuidados Intensivos Obstétrica. Estudio transversal, documental y retrospectivo, realizado en una Unidad de Cuidados Intensivos Obstétrica, ubicada en Fortaleza / Ceará, con la presencia de mujeres en edad fértil admitidas en la unidad en el año 2016. Los datos fueron recolectados de los registros que atendieron a los criterios de inclusión. Durante el mes de abril de 2017, mediante un formulario semiestructurado y analizado por medio de estadística descriptiva, siendo incluidos 106 registros. La mayoría de las mujeres tenía un grupo de edad entre 20 y 29 años, pardas, en unión estable, con enseñanza media completa, primíperas, con inicio del prenatal en el primer trimestre gestacional, con 4 a 6 consultas. Entre las causas obstétricas directas (61,1%) las principales fueron Eclampsia (34,4%), Síndrome de Hellp (15,1%) y Pre-eclampsia grave (11%) y para las causas obstétricas indirectas (38,9 (%), Se observan las siguientes: Insuficiencia renal (13,5%), Edema agudo de pulmón (11,5%) y Cardiopatía (9,6%). Los datos revelan una línea tenue en lo que concierne a la atención a la salud de las mujeres dentro del ciclo gravídico-puerperal.

Biografía del autor/a

Luana Feitosa Mourão, Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP/CE)

Enfermeira da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Distrital Evandro Ayres de Moura (HDEAM)

Igor Cordeiro Mendes, Universidade Federal do Ceará (UFC)

Doutorando em Enfermagem pela Universidade Federal do Ceará

Antonio Dean Barbosa Marques, Universidade Estadual do Ceará

Doutorando em Cuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde

Virna Ribeiro Feitosa Cestari, Universidade Estadual do Ceará

Mesntranda em Cuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde

Roussana Maria Barreto de Brito Braga, Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza

Enfermeira graduada pela Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza

Citas

Say L, Germmill A, Tuncalp O, Moller AB, Daniels J, Gulmezoglu AM, et al. Global cause of maternal death: a WHO systematic analysis. The Lancet Global Health [Internet]. 2014 [acesso em 2017 fev 02]; 2(6): 323-333. Disponível em: http://www.thelancet.com/journals/langlo/article/PIIS2214-109X(14)70227-X/abstract.

Botelho NM, Silva IFMM, Tavares JR, Lima LO. Causas de morte materna no Estado do Pará, Brasil. Rev. Bras. Ginecol. Obstet. [Internet]. 2014 [acesso em 2017 fev 02]; 36(7): 290-295. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v36n7/0100-7203-rbgo-s0100-720320140004892.pdf.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação de Saúde. Saúde Brasil 2011: uma análise da situação de saúde e a vigilância da saúde da mulher/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Análise de Situação de Saúde. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2012 [acesso em 2017 fev 02]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_brasil_2014_analise_situacao.pdf

Brasil. Portal Brasil. OMS: Brasil reduz mortalidade materna em 43% de 1990 a 2013 [acesso em 2016 jul. 20]. Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2014/05/oms-brasil-reduz-mortalidade-materna-em-43-de-1990-a-2013.

Ceará. Informe Epidemiológico Mortalidade Materna [acesso em 2015 nov. 2015]. 2015. Disponível em: http://www.saude.ce.gov.br/index.php/boletins#

Veras TCS, Mathias TAF. Principais causas de internações hospitalares por transtornos maternos. Rev. Esc. Enferm. USP [Internet]. 2014 [acesso em 2017 fev 02]; 48(3): 401-408. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v48n3/pt_0080-6234-reeusp-48-03-401.pdf.

Brasil. Portaria n. 1.459, de 24 de junho de 2011. Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS - a Rede Cegonha. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 2011 [acesso em 2015 nov. 15]. Disponível em: http://dab.saude.gov.br/portaldab/smp_ras.php?conteudo=rede_cegonha.

Souza MAC, Souza THSC, Gonçalves AKS. Fatores determinantes do near miss materno em uma unidade de terapia intensiva obstétrica. Rev. Bras. Ginecol. Obstet. [Internet]. 2015 [acesso em 2017 fev 02]; 37(11): 498-504. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v37n11/0100-7203-rbgo-37-11-00498.pdf.

Guerreiro EM, Rodrigues DP, Silveira MAM, Lucena NBF. O cuidado pré-natal na atenção básica de saúde sob o olhar de gestantes e enfermeiros. Rev. Min. Enferm., [Internet]. 2012 [acesso em 2017 fev 02]; 16(3): 315-323. Disponível em: http://reme.org.br/artigo/detalhes/533.

Barreto CN, Ressel LB, Santos CC, Wilhelm LA, Silva SC, Alves CN. Atenção pré-natal na voz das gestantes. Rev. Enferm. UFPE [Internet]. 2013 [acesso em 217 fev 09]; 7(6): 4354-4363. Disponível em: http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/4355/pdf_2724

Martins QPM, Ferreira GSM, Aragão AEA, Gomes FMA, Araújo LM, Ferreira FISl. Conhecimentos de gestantes no pré-natal: evidências para o cuidado de enfermagem. Sanare [Internet]. 2015 [acesso em 2017 fev 08]; 14(02): 65-71. Disponível em: https://sanare.emnuvens.com.br/sanare/article/viewFile/827/498.

Souza CF, Okubo BMR, Pontes DS, Silva DHM, Viana MCC, Correia JW. Perfil clínico-demográfico de pacientes em ciclo grávido-puerperal admitidas em uma Unidade de Terapia Intensiva em Fortaleza. Rev. Saúde Públ. [Internet]. 2015 [acesso em 2017 fev 08]; 8(1): 30-42. Disponível em: http://esp.saude.sc.gov.br/sistemas/revista/index.php/inicio/article/viewFile/272/288.

Lisonkova S, Haslam MD, Dahlgren L, Chen I, Synnes AR, Lim KI. Maternal morbidity and perinatal outcomes among women in rural versus urban áreas. CMAJ [Internet]. 2016 [acesso em 2017 fev 10]; 188: 17-18. Disponível em: http://www.cmaj.ca/content/early/2016/09/26/cmaj.151382.abstract.

Rezende CL, Souza JC. Qualidade de vida das gestantes de alto risco de um centro de atendimento à mulher. Psicólogo informação [Internet]. 2012 [acesso em 2017 fev 10]; 16(16): 45-69. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/psicoinfo/v16n16/v16n16a03.pdf.

Moraes PGS, Holanda VR, Pinheiro HDM. Perfil epidemiológico de primíparas atendidas em uma maternidade de alto risco. Enfermagem Obstétrica [Internet]. 2014 [acesso em 2017 fev 10]; 1(2): 45-50. Disponível em: http://www.enfo.com.br/ojs/index.php/EnfObst/article/view/9

Tonin KA, Oliveira JLC, Fernandes LM, Sanches MM. Internação em unidade de terapia intensiva por causas obstétricas: Estudo em hospital público de ensino. Rev. Enferm. [Internet]. 2013 [acesso em 2017 fev 10]; 3(3): 518-527. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/reufsm/article/view/9157/pdf

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Atenção ao pré-natal de baixo risco. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2012.

Saintrain SV, Oliveira JGR, Saintrain MVL, Bruno ZV, Borges JLB, Daher EF et al. Fatores associados à morte materna em unidade de terapia intensiva. Rev. Bras. Ter. Intensiva. [Internet]. 2016 [acesso em 2017 fev 10]; 28(4): 397-404. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbti/v28n4/0103-507X-rbti-28-04-0397.pdf

Oliveira LC, Costa AAR. Near miss materno em unidade de terapia intensiva: aspectos clínicos e epidemiológicos. Rev. Bras. Terapia Intensiva [Internet]. 2015 [acesso em 2017 fev 11]; 27(3): 220-227. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbti/v27n3/0103-507X-rbti-20150033.pdf

Leite RMB, Araújo TVB, Albuquerque RM, Andrade ARS, Neto PJD. Fatores de risco para mortalidade materna em área urbana do Nordeste do Brasil. Cad. Saúde Pública [Internet]. 2011 [acesso em 2017 fev 11]; 27(10): 1977-1985. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csp/v27n10/11.pdf

Agnolo CMD, Gravena AAF, Romerio-LopesTC, Rocha-Brischiliari SC, Carvalho MDBarros, Pelloso SM. Mulheres em idade fértil: causas de internação em Unidade de Terapia Intensiva e resultados. ABCS Health Sci. [Internet]. 2014 [acesso em 2017 fev 02]; 39(2): 77-82. Disponível em: https://www.portalnepas.org.br/abcshs/article/view/626/641

Coêlho MAL, Coutinho LK, Coutinho I, Hofmann A, Miranda L, Amorim M. Perfil de mulheres admitidas em uma UTI obstétrica por causas não obstétricas. Rev. Assoc. Med. Bras.[Internet]. 2012 [acesso em 2017 fev 02]; 58(2): 160-167. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ramb/v58n2/v58n2a11.pdf.

World Health Organization. Maternal mortality. 2016 [acesso em 2017 jul. 15]. Disponível em: <http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs348/en/>. Acesso em: 15/06/2017 .

Medeiros TMC, Visgueira AF, Moraes HMPL, Araujo KRS, Ribeiro JF, Crizóstomo CD. Perfil das pacientes admitidas na unidade de terapia intensiva obstétrica de uma maternidade pública. Revista de Enfermagem UFPE [Internet]. 2016 [acesso em 2017 fev 12]; 10(10):3876-82. Disponível em: http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/3685

Soares VMN, Souza KV, Azevedo EMM, Possebon CR, Marques FF. Causas de mortalidade materna segundo níveis de complexidade hospitalar. Rev. Bras. Ginecol. Obstet.[Internet]. 2012 [acesso em 2017 fev 02]; 34(12): 536-543. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v34n12/02.pdf

Bateman BT, Bansil P, Hernandez-Diaz S, Mhyre JM, Callaghan WM, Kuklina EV. Prevalence, trends, and outcomes of chronic hypertension: a nationwide sample of delivery admissions. American journal of obstetrics and gynecology [Internet]. 2012 [acesso em 2017 fev 08]; 206: 134. e1-134. e8. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22177190.

Publicado
21-12-2018
Cómo citar
[1]
Feitosa Mourão, L., Cordeiro Mendes, I., Barbosa Marques, A.D., Ribeiro Feitosa Cestari, V. y Barreto de Brito Braga, R.M. 2018. Ingresos en UCI por causas obstétricas. Enfermería Global. 18, 1 (dic. 2018), 304-345. DOI:https://doi.org/10.6018/eglobal.18.1.302341.
Sección
Originales