Estrés laboral y estrategias de afrontamiento entre los profesionales de enfermería hospitalaria

  • Carla Araujo Bastos Teixeira Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto -EERP/USP Em estágio Sanduiche na University of Alberta.
  • Edilaine Cristina da Silva Gherardi-Donato Professora Associada da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. EERP/USP.
  • Sandra de Souza Pereira Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. EERP/USP
  • Lucilene Cardoso Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. EERP/USP.
  • Emilene Reisdorfer Universidade de Alberta, Canadá.
Palabras clave: alud Mental, Estrés en el trabajo, Estrategias de afrontamiento

Resumen

El objetivo del estudio fue analizar el estrés laboral y las estrategias de afrontamiento utilizadas por técnicos y auxiliares de enfermería de un hospital universitario, así como su asociación con variables sociodemográficas.

Método: Estudio transversal con una muestra aleatoria de 310 técnicos y auxiliares de enfermería. Para la evaluación del estrés laboral y las estrategias de afrontamiento se aplicó la Job Stress Scale y la Escala Modos de Enfrentamiento de Problemas. La muestra se compone de una mayoría de mujeres, con una edad media de 47,1 años, casadas o en pareja, auxiliares de enfermería, con único vínculo de empleo y que tuvieron trabajo en el último año. Estuvieron altamente expuestas al estrés laboral 17,1% de la muestra.

Resultados: Las estrategias centradas en el problema resultaron ser protectoras en relación al estrés.

Conclusiones: Esta manera de hacer frente a los factores de estrés en el hospital se puede trabajar de manera optimizada entre los profesionales.

Biografía del autor/a

Carla Araujo Bastos Teixeira, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto -EERP/USP Em estágio Sanduiche na University of Alberta.
Enfermeira. Mestre em Ciências. Doutoranda em Enfermagem Psiquiátrica da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto.
Sandra de Souza Pereira, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. EERP/USP
Enfermeira. Doutoranda em Enfermagem Psiquiátrica. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. EERP/USP
Lucilene Cardoso, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. EERP/USP.

Professora Doutora do Departamento de Enfermagem Psiquiátrica. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. EERP/USP.

Emilene Reisdorfer, Universidade de Alberta, Canadá.

Enfermeira. Pós Doutora. Universidade de Alberta, Canadá.

Citas

Helman CG. Culture, health and illness. London: Wright; 1990.

Murofuse NT, Abranches SS, Napoleao AA. Reflections on stress and burnout and their relationship with nursing.Rev. Lat. Am. Enfermagem. 2005;13(2):255-61.

Luchesi LB, Mendes IA, Shiniyashiki GT, da Costa ML, Jr. An instrument to analyze secondary-level students' images about nurses. Rev. Esc. Enferm. USP. 2009;43(2):272-8.

Kirchhof ALC, MagnagoTSBdS, Camponogara S, Griep RH, Tavares JP, Prestes FC, et al. Condições de trabalho e características sócio-demográficas relacionadas à presença de distúrbios psíquicos menores em trabalhadores de enfermagem. Texto Contexto Enferm. 2009;18:215-23.

Selye H. The stress of life (rev. ed.). New York: McGraw-Hill; 1976.

Holmes TH, Rahe RH. The Social Readjustment Rating Scale. J Psychosom Res. 1967;11(2):213-8.

Karasek R. The stress-disequilibrium theory: chronic disease development, low social control, and physiological de-regulation. Med Lav. 2006;97(2):258-71.

Karasek RA, Theorell T. Healthy work-stress, productivity, and the reconstruction of working life. New York (US): Basic Books; 1990.

Laal M, Aliramaie N. Nursing and Coping With Stress. Int J Collab Res Intern Med Public Health. 2010;2(5):15.

Dal Pai D, Lautert L. Sofrimento no trabalho de enfermagem: reflexos do "discurso vazio" no acolhimento com classificação de risco. Esc. Anna Nery. 2011;15:524-30.

Camelo SHH, Angerami ELS. Estratégias de gerenciamento de riscos psicossociais no trabalho das equipes de saúde da família. Rev. Eletr. Enf. [Internet]. 2008;10(4):8.

Telles H, Pimenta AMC. Síndrome de Burnout em Agentes comunitários de saúde e estratégias de enfrentamento. Saude soc. [online]. 2009;18:467-78.

Silva NN. Amostragem Probabilística. São Paulo: EDUSP; 2001.

Alves MG, Chor D, Faerstein E, Lopes Cde S, Werneck GL. Short version of the "job stress scale": a Portuguese-language adaptation. Rev. Saude Publica. 2004;38(2):164-71.

Lazarus R, Folkman S. Stress appraisal and coping. New York: Springer Publishing Company; 1984.

Cummings SR, Stwart A, Rulley SB. Elaboração de questionários e instrumentos de coleta de dados. In: Hulley SB, Cumming SR, Browner WS, Grady DG, Hearst NB, Newman TB, editors. Delineando a pesquisa clínica Uma abordagem epidemiológica. Porto Alegre: Artmed; 2003.

Guido LdA, LinchGFdC, PitthanLdO, Umann J. Estresse, coping e estado de saúde entre enfermeiros hospitalares. Rev. esc. enferm. USP [online]. 2011;45:1434-9.

Lipp MEN. Mecanismos neuropsicofisiológicos do stress: teoria a aplicações São Paulo: Casa do Psicólogo; 2003.

Calais SL, Andrade LMB, Lipp MEN. Diferenças de sexo e escolaridade na manifestação de stress em adultos jovens. Psicol. Reflex. Crit. 2003; 16(2): 257-263.

Urbanetto JS, Magalhaes MC, Maciel VO, Sant'anna VM, Gustavo AS, Poli-de-Figueiredo CE, et al. Work-related stress according to the demand-control model and minor psychic disorders in nursing workers. Rev Esc Enferm USP. 2013;47(5):1180-6.

Lazarus R.S.; Folkman S. Coping and adaptation. In: Gentry WD, editor. Handbook of Behavioral Medicine.New York: The Guilford Press; 1984. p. 282-325.

Negromonte MRO; Araujo, TCCF. Impacto do manejo clínico da dor: avaliação de estresse e enfrentamento entre profissionais de saúde. Rev. Latino-Am. Enfermagem [online]. 2011, 19(2):238-244.

Publicado
27-09-2016
Cómo citar
[1]
Araujo Bastos Teixeira, C., da Silva Gherardi-Donato, E.C., de Souza Pereira, S., Cardoso, L. y Reisdorfer, E. 2016. Estrés laboral y estrategias de afrontamiento entre los profesionales de enfermería hospitalaria. Enfermería Global. 15, 4 (sep. 2016), 288-320. DOI:https://doi.org/10.6018/eglobal.15.4.228761.
Sección
Administración-Gestión-Calidad