Atividade física, autoestima e depressão em idosos

C.M. Teixeira, F.M.S. Nunes, F.M.S. Ribeiro, F. Arbinaga, J. Vasconcelos-Raposo

Resumen


A presente investigação pretende vericar se a prática de atividade física inuencia a autoestima e os níveis de depressão em idosos. Cons- tituíram a amostra 215 indivíduos (61 do sexo masculino e 154 do sexo feminino), praticantes e não praticantes de atividade física, com idades compreendidas entre os 60 e os 100 anos. As variáveis do estudo foram avaliadas através da aplicação de dois instrumentos, a Escala de Avaliação de Autoestima de Rosenberg e a Escala de Ansiedade, Depressão e Stresse (DASS- 21). Os resultados demonstraram que os idosos que praticam atividade fí- sica revelam níveis de autoestima elevados e níveis de depressão reduzidos. Constatou-se que a autoestima diminui com a idade, enquanto os sintomas depressivos aumentam. O sexo, a situação conjugal, a escolaridade e a insti- tucionalização alcançaram signicância estatística na escala de autoestima. Foram os idosos do sexo masculino, com companheiro, com maior nível de escolaridade e não institucionalizados que reportaram níveis superiores. Concluiu-se que à medida que a frequência da prática de atividade física aumenta, os níveis de autoestima tornam-se mais acentuados, enquanto os níveis de depressão diminuem. Relativamente à relação entre a autoestima e a depressão, vericou-se um correlato negativo com efeito pequeno. 


Palabras clave


atividade física, autoestima, depressão, envelhecimento, idosos.

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